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| Toni Sando FOTO: Arquivo pessoal |
Na
abertura institucional, Toni Sando, Presidente Executivo do Visite São Paulo
Convention Bureau, reforçou que turismo e eventos precisam de
continuidade (“se parar de pedalar, cai”) e que atualizar repertório e
networking é parte da engrenagem. Já no talk show, conduzido por Fábio Zelenski, Diretor de Marketing do Visite São Paulo, a mensagem ficou ainda mais clara: o futuro do setor é feito
de produto “na prateleira” e de gente capaz de vender, atender, resolver e encantar.
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| Orlando de Sousa FOTO: Arquivo Pessoal |
Segundo
a Embratur, o país recebeu 300 mil turistas internacionais
no Carnaval de 2026 (alta de 17% versus 2025), com concentração de
chegadas no Rio de Janeiro (36%) e, na sequência, São
Paulo (23,5%); Minas Gerais aparece com 1,5%,
enquanto 26,6% se distribuíram por outros destinos — sinal de
diversificação e oportunidade para novos roteiros e produtos. (Embratur)
Também ganhou destaque o avanço de práticas financeiras e operacionais, como o cartão virtual (VCN) se consolidando como meio de pagamento dominante em parte do mercado — exigindo atenção a processos, conciliação e prevenção de perdas. Em bom português: cresce a demanda por profissionais com alfabetização digital, visão de canais, disciplina de processo e capacidade de diálogo entre áreas (reservas, comercial, recepção, financeiro e A&B).
E por que isso importa agora? Porque o Brasil está vivendo uma vitrine global rara. Segundo a Embratur, o país recebeu 300 mil turistas internacionais no Carnaval de 2026 (alta de 17% versus 2025), com concentração de chegadas no Rio de Janeiro (36%) e, na sequência, São Paulo (23,5%); Minas Gerais aparece com 1,5%, enquanto 26,6% se distribuíram por outros destinos — sinal de diversificação e oportunidade para novos roteiros e produtos. (Embratur)
Nesse nicho, a hotelaria disputa um
perfil profissional mais valorizado: atendimento com repertório cultural,
idiomas, hospitalidade orientada a experiência, fluência em tecnologia e, cada
vez mais, competência em ESG aplicado (do discurso à prática,
com iniciativas de impacto e, quando possível, ações regenerativas para
proteger atrativos naturais que sustentam o turismo).
Para o RH, o recado do Expo Fórum 2026 é objetivo: qualificação virou estratégia de receita. Quem formar e reter talentos capazes de operar canais, gerir relacionamento e sustentar padrões de qualidade em alta demanda vai capturar melhor o crescimento — e transformar rotas e roteiros em permanência, gasto médio e reputação. A ABIH/SP recomenta aos profissionais do setor a leitura das matérias constantes na editoria de Recursos Humanos do Portal do Hoteleiro – Plataforma de capacitação, comunicação e atualização profissional da ABIH/SP.


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