segunda-feira, 17 de junho de 2024

Conexão Futuro é o tema da 36ª edição do Festuris 2024

Marta Rossi e Eduardo Zorzanello numa edição desafiadora do Festuris FOTOS: Gustavo Merolli
Conexão Futuro, duas palavras inseparáveis quando se fala em Festuris - Feira Internacional de Turismo. E este será o tema da 36ª edição, que ocorrerá de 7 a 10 de novembro, no Serra Park, em Gramado. A união destes dois substantivos como marca da próxima edição tem relação com a história do evento e com o atual momento que o Rio Grande do Sul está vivenciando. 

Historicamente, o Festuris é reconhecido pela sua vocação de antecipar tendências. Foi assim, com temas como a sustentabilidade, diversidade, causas sociais, turismo de luxo, entre outros assuntos que tiveram espaço e voz no evento através da feira e congresso (o atual Meeting). “Com este tema estamos reforçando o nosso protagonismo no turismo”, afirma Marta Rossi, CEO da Rossi & Zorzanello - Feiras e Empreendimentos, organizadora do Festuris.

Numa primeira impressão, o tema pode remeter à tecnologia. Mas é muito mais do que isso. É a valorização da conectividade com o amanhã, uma vocação do Festuris. “A ideia é chamar atenção para um novo momento do Planeta Terra, onde precisamos repensar relacionamentos, valorizar novas experiências e preservar a natureza”, acrescenta Marta, citando apenas algumas ações que o tema propõe e que o Festuris sempre valorizou.


O momento é de expectativa e otimismo para os diretores do Festuris
O atual momento do Rio Grande do Sul coloca o Festuris e o tema Conexão Futuro no caminho da recuperação do Estado. “A conectividade possibilitou uma rede de solidariedade em torno do Rio Grande do Sul. E o futuro depende da recuperação econômica. E, nisso, o turismo vai contribuir muito”, afirma Eduardo Zorzanello, CEO do evento. Segundo ele, o Festuris vai mostrar mais uma vez a importância do setor na economia do país e do próprio Estado. 

INSCRIÇÕES ABERTAS


As inscrições para o 36º Festuris já estão abertas, inicialmente para os agentes de viagens, guias e imprensa. Num segundo momento estarão abertas para o Meeting Festuris, momento de conteúdo, que acontecerá nos dias 8 e 9 de novembro. A inscrição pode ser feita no site www.festurisgramado.com

 

SOBRE O FESTURIS

 

O Festuris - Feira Internacional de Turismo é um evento que acontece em Gramado desde 1989. É um palco de debates de temas relevantes da atualidade e uma feira de negócios, considerada a mais efetiva em resultados para os expositores. Em 2023, teve 2700 marcas, 15 mil participantes e 40 destinos internacionais. Ocupou três pavilhões que totalizaram 327 mil metros quadrados de área. A edição deste ano ocorrerá de 7 a 10 de novembro. 

 


Leia Mais ►

sexta-feira, 17 de maio de 2024

Visit Rio celebra a escolha do Brasil para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2027

FOTO: J.P. Engelbrecht/Riotur
Visit Rio Convention Bureau celebra a escolha do Brasil para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2027. O Rio de Janeiro vai receber seis partidas do torneio, além dos confrontos de abertura e encerramento, que serão realizados no Maracanã.

A escolha reforça a estratégia de tornar a cidade palco de eventos esportivos. Em 2023, o “Mapa de Oportunidades para o Rio de Janeiro, realizado pelo Visit Rio em conjunto com a Prefeitura do Rio e a Secretaria Municipal de Esportes, apontou que a cidade estaria apta a receber 73 torneios de prestígio mundial, entre eles, a Copa do Mundo Feminina.

                                                                                  

Segundo estimativa do Visit Rio, se o Rio de Janeiro conseguir atrair os dez eventos mais relevantes do levantamento, poderá conseguir, em uma década, incrementar cerca de R$ 15 bilhões na atividade econômica local. Apenas em 2023, a cidade do Rio de Janeiro sediou um total de 53 eventos esportivos, contribuindo com uma receita de US$ 176 milhões e gerando uma arrecadação de US$ 8,8 milhões em Imposto sobre Serviços (ISS) para a economia carioca.


O país ainda é candidato a receber outros torneios, como o Campeonato Mundial de Tênis de Mesa, em 2027, e o Visit Rio segue na interlocução entre os comitês e os atores envolvidos nas negociações.


Leia Mais ►

quinta-feira, 16 de maio de 2024

Chefs fazem jantar beneficente em prol do Rio Grande do Sul no Restaurante Mangue Azul

A ação será realizada no dia 23 de maio, quinta-feira, às 20h, no restaurante Mangue Azul, na Aldeota 

Fabiana Agostini e André Bichucher
O Ceará está solidário com o Rio Grande do Sul. Com o intuito de unir forças e arrecadar fundos para auxiliar às comunidades afetadas pelas enchentes, o Restaurante Mangue Azul fez uma parceria com os chefs Bernard Twardy e Elcio Nagano para realizar um jantar 100% beneficente, destinado às vítimas da catástrofe ambiental que assola o estado. O evento está marcado para o dia 23 de maio, quinta-feira, às 20h, na sede do estabelecimento, na Aldeota. 

O jantar contará com um menu especial, preparado pelos dois chefs, em colaboração com Fabiana Agostini, chef executiva do Mangue Azul. A harmonização será feita com vinhos gaúchos, proporcionando uma experiência gastronômica única, enquanto também oferece suporte às famílias produtoras que foram afetadas pela devastação de suas colheitas.

BENTO GONÇALVES

Fabiana Agostini
Todos os fundos arrecadados serão destinados ao Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC-BG), que, com o apoio de mais de 20 entidades do município, promove a iniciativa Unidos por Bento, capitaneando a arrecadação de recursos que serão investidos para ajudar a reconstruir a vida das famílias atingidas pelo desastre climático. O valor arrecadado será duplicado pelo Sicredi.

O francês Bernard Twardy
De acordo com o CIC-BG, uma das principais aplicações das verbas será para acelerar a desobstrução e reconstrução das vias vicinais, comprometidas em decorrência do excesso de chuvas, que trouxe deslizamentos, desmoronamentos e outros prejuízos. Mais ações também serão agregadas no sentido de oferecer alento às famílias.

"Além da coleta de doações (alimentos não-perecíveis, colchões e agasalhos), promovida pelo Mangue Azul para serem enviadas às famílias afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul, o suporte financeiro gerado pelo jantar beneficente será fundamental tanto para a reconstrução das áreas atingidas quanto para oferecer a assistência necessária à população. A solidariedade e o respeito pela dignidade humana são os pilares deste evento, que busca oferecer auxílio aos nossos irmãos gaúchos neste momento desafiador”, afirma o chef Bichucher, proprietário do Mangue Azul e idealizador da ação.

SOBRE OS CHEFS

Elcio Nagano
Bernard Twardy: O renomado chef francês foi responsável pela gastronomia do Beach Park durante 30 anos. Com 54 anos de carreira, é um apaixonado pelo Brasil e pela terra que o acolheu, o Ceará.

Elcio Nagano: Chef e empresário do ramo da gastronomia, tem restaurantes de culinária japonesa em Fortaleza. É professor de Gastronomia e colunista do O Povo.

Fabiana Agostini: Chef executiva do Mangue Azul, também está à frente de prestigiados restaurantes em São Paulo, como Kaspia Brasil e L´Avenue.

CARDÁPIO

Entradas:

Atum Sapecado

Atum flambado, purê de couve-flor, vinagrete de feijão verde, coentro e raspas de limão siciliano

Porco | Crème fraîche
  | Caviar

Barriga de Porco crocante, crème fraîche e Caviar Baeri

Principais:

Peixada de Caju

Lombo de peixe, creme de coco, caju assado, arroz e pirão

Camarão Maracutai

Camarão, leite de coco, melão, maracujá, molho Nam Pla e coentro. Acompanha arroz jasmim.

Sobremesas:

Cuca (homenagem ao Rio Grande do Sul)

Tradicional cuca, compota de maçã e sorvete de baunilha.

Tonka
Cremoso de cumaru, crémeux de doce de leite, crocante de cacau e glaçagem de chocolate amargo.

Vinhos gaúchos:

Espumante Brut - Vinícola Antônio Dias

Vinho branco Akis Riesling Itálico - Vinícola Garbo

Vinho tinto Alice no País das Maravilhas Cabernet Franc - Vinícola Enos 

Reservas:

Para mais informações e reservas, entre em contato com o Mangue Azul pelo WhatsApp (55) 85 9679-1130.

Detalhes do Evento:

Mangue Azul - Jantar de seis tempos em prol do Rio Grande do Sul

Data: 23 de maio de 2024, quinta-feira

Horário: 20h

Local:  Restaurante Mangue Azul - Rua Professor Dias da Rocha, 987 - Aldeota

Contribuição mínima: R$ 500, por pessoa 


Leia Mais ►

Usina de Itaipu comemora 50 anos de fundação sexta-feira (dia 17)

No jubileu do cinquentenário, a empresa celebra outros dois marcos importantes: 40 anos do início da produção de energia e 3 bilhões de MWh de energia acumulada 

Meio século de uma obra que engrandece o Brasil e o Paraguai FOTOS: Alexandre Marchetti/Itaipu Binacional
Referência mundial em hidreletricidade sustentável, em integração entre dois povos e na engenharia moderna, a Itaipu Binacional comemora os 50 anos de sua fundação nesta sexta-feira (17). Uma gigante que, neste ano, completou seus 40 anos de produção, celebrados no último dia 5 de maio, e atingiu os 3 bilhões de megawatts-hora de energia acumulada. Nenhuma outra hidrelétrica no mundo chegou nem perto dessa marca histórica. 

Para o diretor-geral brasileiro de Itaipu, Enio Verri, a empresa é símbolo de produtividade aliada à gestão social e ambiental, que gera, além de eletricidade, desenvolvimento para as duas nações sócias. “Itaipu é um sonho de integração que se tornou realidade. Pelo empenho de brasileiros e paraguaios, ela fornece energia, move dois países e cuida da natureza e das pessoas de sua área de influência como nenhuma outra no mundo. Há meio século, é um exemplo de que isso é possível”, afirmou. 

Conheça um pouco mais dessa maravilha da engenharia e da diplomacia.

HISTÓRICO

Itaipu é história e desenvolvimento para dois países
A fundação de Itaipu foi em 17 de maio de 1974, dia em que foram empossados o Conselho de Administração e a Diretoria Executiva, com formação semelhante nos dois lados, brasileiro e paraguaio. A posse foi em solenidade no Hotel das Cataratas, instalado dentro do Parque Nacional do Iguaçu.

Na primeira reunião do Conselho de Administração, realizada em Assunção, em 3 de junho de 1974, foi criada uma comissão especial para redigir o Regimento Interno de Itaipu, apresentado e aprovado em reunião extraordinária em 23 de junho daquele ano, também em Assunção.

AS OBRAS

Nessa mesma época, enquanto era processada a concorrência das empreiteiras que iriam executar as obras civis de Itaipu, pequenas firmas eram preparadas para fazer as obras viárias de acesso à futura usina, além de vilas residenciais e toda a infraestrutura de assistência escolar e de saúde, entre outras necessidades básicas. Paralelamente, eram adquiridos no exterior equipamentos de construção não existentes no Brasil e no Paraguai à época.

Beleza e encantamento com a abertura das turbinas
O plano previa a construção de 8 mil casas para os trabalhadores, 4 mil na margem esquerda, em Foz do Iguaçu, e 4 mil na margem direita, nas cidades paraguaias de Porto Presidente Stroessner (hoje Ciudad del Este), Hernandarias e Porto Presidente Franco.

No segundo semestre de 1974, foi construído um acampamento pioneiro na área da futura usina, com as primeiras edificações para escritório, almoxarifado, refeitório, alojamento dos trabalhadores e posto de combustíveis. Tudo começava a ser preparado para a leva de trabalhadores que viriam a ser contratados pelos consórcios de empresas responsáveis pelas obras civis e pela fabricação e montagem dos equipamentos da usina.

Verdadeiros conglomerados de empresas seriam os grandes empregadores durante a construção da usina, que mobilizaria milhares de trabalhadores do Brasil e do Paraguai, atraídos pelas notícias de que as obras gerariam empregos em abundância pelos próximos anos. O consórcio Unicon, por exemplo, chegou a contratar mensalmente, em média, mais de 5 mil trabalhadores, entre o final da década de 1970 e o início dos anos 1980, quando as obras chegavam a seu pico.

FOTO: Divulgação
Em determinado momento, no ritmo de construção cada vez mais frenético, Itaipu chegou a abrigar em seu canteiro cerca de 40 mil trabalhadores, mais do que toda a população de Foz do Iguaçu da época. Mas a cidade se expandia também rapidamente. A população passou de 28.597 habitantes, em 1974, para 112.594, em 1985, conforme dados do Ipardes.

RECONHECIMENTO

Desde que passou a gerar energia, Itaipu tornou-se fundamental para o desenvolvimento do Brasil e do Paraguai. Mas, a par da produção, que chegou a bater sucessivos recordes mundiais, a usina ganhou o reconhecimento e respeito público, no Brasil e no exterior, por suas práticas sociais e ambientais.

Entre os reconhecimentos internacionais recebidos pela usina estão: o prêmio pela melhor prática de gestão de água do mundo, intitulado Água para a Vida, da ONU; o título de Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA), concedido pela Unesco; o primeiro lugar no Benchmarking Brasil com o programa Plantas Medicinais; Prêmio Eco Sustentabilidade, da Amcham Brasil; Childhood Brasil, pelo combate à exploração de menores; Business for Peace Award, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD); Prêmio Pintou Limpeza, pela responsabilidade socioambiental; Americas Award, pela sustentabilidade ambiental; Prêmio ANA, da Agência Nacional de Águas; e o Clean Tech & New Energy, concedido pelo The New Economy. 


Leia Mais ►

terça-feira, 14 de maio de 2024

Número de cervejarias no Brasil continua no maior patamar da história

 No ano passado, 118 novos estabelecimentos foram abertos, de acordo com o Anuário da Cerveja. As exportações cresceram 18,6% e renderam mais de 155 milhões de dólares. O Ceará não aparece nesta escalada de crescimento das cervejarias

O Brasil bateu recorde mais uma vez no número de cervejarias registradas. A quantidade desse tipo de estabelecimento no país cresceu 6,8%, passando de 1.729 em 2022, para 1.847 em 2023. Os dados são do Anuário da Cerveja 2024, uma espécie de Raio X do setor, publicado anualmente pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

O presidente-executivo do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), Márcio Maciel, destaca que o anuário é uma ferramenta importante para que o poder público saiba como estimular o setor, responsável por 2% do Produto Interno Bruto (PIB) do país - e de 2,5 milhões de empregos. 

FOTO: Freeplk
Maciel diz que “o anuário" é fundamental para que as políticas públicas sejam tomadas com as melhores informações possíveis. É bom para o Poder Executivo, para o Poder Legislativo, é bom para o mercado cervejeiro saber onde alocar seus investimentos", afirma. 

O levantamento mostra também que o maior número de cervejarias foi acompanhado de uma variedade de cervejas. Se em 2022 o Brasil tinha 42.831 produtos registrados, em 2023 essa quantidade saltou para 45.648. 

O país contava com 60.334 marcas registradas no Mapa até o fim do ano passado. Segundo o Sindicerv, o número é maior do que o observado em toda a União Europeia. O anuário esclarece que um mesmo registro de cerveja pode contemplar mais de uma marca comercial - o que explica a diferença entre esses indicadores. 

CERVEJA NACIONAL

O anuário aponta que a importação brasileira de cerveja está em queda desde 2019. Entre 2022 e 2023 houve diminuição de 51,1% no volume de litros comprados de outros países. De acordo com o Mapa, pode-se inferir que a maior oferta de produtos nacionais contribuiu para diminuir a busca por cervejas estrangeiras. 

As exportações das cervejas produzidas no Brasil, por sua vez, continuam em crescimento. A publicação mostra que em 2022 o volume vendido para outros países subiu 18,6%. Isso rendeu mais de US$ 155 milhões de dólares às cervejarias brasileiras. O resultado garantiu um saldo positivo de US$ 147 milhões à balança comercial brasileira, que é a diferença entre o que o Brasil exporta e importa. 

RANKING POR ESTADO

São Paulo lidera o ranking dos estados com mais cervejarias. O estado mais populoso do país fechou 2023 com 410 estabelecimentos, 23 a mais do que em 2022. O Rio Grande do Sul - que aparece em segundo lugar - foi a unidade da federação onde mais cervejarias foram abertas na passagem entre os dois anos. Foram 25. Minas Gerais fecha a lista dos três primeiros. 

Outro destaque positivo do setor cervejeiro foi o estado do Pará. Trata-se da unidade da federação com maior crescimento percentual de estabelecimentos. Ao todo, o número de cervejarias por lá saltou 33,3%. 

Dez estados (Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba, Piauí, Amazonas, Sergipe, Tocantins, Acre, Amapá e Roraima) e o Distrito Federal mantiveram no ano passado o mesmo número de estabelecimentos que em 2022. Apenas a Bahia e Alagoas apresentaram queda. 

Isso significa que o número de cervejarias se estabilizou ou cresceu em 25 estados do país, em 2023. Números que espelham um setor que se expande ano a ano, diz Maciel. "Sem dúvida nenhuma, o crescimento de cervejarias no Brasil é algo que se reflete no que a gente vê no dia a dia. As indústrias estão investindo, estão abrindo novas plantas, operando em capacidade quase máxima", avalia. 

TOP-10

O município de São Paulo é onde mais existem cervejarias no país, aponta a publicação: 61. Em seguida, vêm Porto Alegre, com 43; e Curitiba, com 26. Entre os 10 primeiros, há três municípios mineiros, dois catarinenses, dois gaúchos, dois paulistas e a capital federal. 

  1. São Paulo (SP) - 61
  2. Porto Alegre (RS) - 43 
  3. Curitiba (PR) - 26
  4. Caxias do Sul (RS) - 23
  5. Nova Lima (MG) - 22
  6. Belo Horizonte (MG) - 21
  7. Juiz de Fora (MG) - 21
  8. Blumenau (SC) - 18
  9. Sorocaba (SP) - 18
  10. Brasília (DF) - 17

Fonte: Brasil 61


Leia Mais ►

segunda-feira, 13 de maio de 2024

Hotel de selva explora sabores típicos da Amazônia

 Pirarucu, tacacá e cupuaçu são alguns dos ingredientes utilizados nas receitas do Juma Amazon Lodge

Juma Amazon Lodge, hotel de selva no Amazonas FOTOS: Divulgação
O Juma Amazon Lodge, hotel de selva em Autazes, a 100 quilômetros de Manaus (AM), tem como objetivo conectar os viajantes às riquezas da cultura amazônica. Essa proposta guia diversas iniciativas do ecolodge, incluindo toda a parte de gastronomia. 

O restaurante do hotel explora ingredientes típicos e sabores únicos da região, transformando qualquer refeição em uma verdadeira experiência gastronômica. Os variados buffets de almoço, por exemplo, incluem delícias como peixe tambaqui grelhado no molho de maracujá, pirão, pastel de costela, creme de graviola e pudim de tapioca. 

O restaurante do hotel utiliza os sabores da Amazônia para atrair os clientes
Já no cardápio à la carte do jantar, é possível encontrar opções de entradas como o saboroso ratatouille amazônico, que leva berinjela, tomates e ervas locais. Outro destaque é a salada caprese amazônica, preparada com queijo coalho. 

Boa parte dos pratos principais é baseada em ingredientes locais. Entre eles, figuram receitas como o filé de pirarucu com crosta de castanha e purê de banana picante, o risoto de tacacá (camarão, tucupi e jambu), a moqueca de peixe fresco com arroz de castanha e farofa, além do rosbife com molho de açaí, que acompanha batatas ao murro e farofinha de alho. 

Beleza paisagística e contato com a natureza no Juma Amazon Lodge
Creme brûlée amazônico e frutas laminadas são ótimas escolhas para a hora da sobremesa. Além disso, vale a pena experimentar os inesquecíveis mousses de açaí, cupuaçu e de chocolate com coulis de laranja. 

JUMA AMAZON LODGE 

Localizado em Autazes, a 100 quilômetros de Manaus (AM), o Juma Amazon Lodge é 100% sustentável e conta com 20 bangalôs construídos sobre palafitas na copa das árvores. Sua infraestrutura inclui piscina de rio, restaurante, redário, torre de observação no meio da floresta com 31 metros de altura, museu com informações sobre a Amazônia e energia solar. Além disso, organiza passeios pela região com guias especializados. 

Mais informações em www.jumalodge.com.br 


Leia Mais ►