Valor referente a março de 2026 também aumentou, atingindo R$ 4,62 bilhões
Os gastos de
turistas estrangeiros no Brasil seguem em alta em 2026, mantendo a trajetória
positiva ao longo do ano. Dados divulgados sexta-feira (24) pelo Banco Central
mostram que as receitas alcançaram R$ 16 bilhões entre janeiro e março,
registrando um crescimento de 12% em relação aos valores movimentados no
primeiro trimestre do ano passado, que somaram R$ 14,2 bilhões.
Considerando
apenas o mês de março, houve aumento de 0,43% em relação ao mesmo período do
ano passado, alcançando R$ 4,62 bilhões.
“Estamos
colhendo os resultados de um trabalho consistente de promoção do Brasil no
exterior. O Ministério do Turismo seguirá trabalhando para transformar, cada
vez mais, o potencial turístico do país em desenvolvimento econômico e geração
de oportunidades”, afirmou o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.
O resultado
consolida o bom desempenho do turismo internacional no país e reflete a
tendência de fortalecimento do setor, além de reafirmar seu papel estratégico
para a economia, estimulando a geração de empregos e o fortalecimento de
cadeias produtivas ligadas a serviços, cultura e hospitalidade.
TURISTAS INTERNACIONAIS
O crescimento
das receitas acompanha diretamente o avanço no número de turistas estrangeiros
que escolheram o Brasil como destino nos últimos meses. Em março deste ano, o
país registrou o maior volume de chegadas internacionais da história: 1,05
milhão.
No acumulado do
primeiro trimestre, foram 3,742 milhões de chegadas internacionais (também o
maior da história), ante as 3,739 milhões registradas no ano passado.
RECORDE DE PASSAGEIROS
O número de passageiros internacionais também é o maior da história para um primeiro trimestre. De janeiro a março deste ano, a movimentação foi de 8,3 milhões de pessoas (13% maior que os 7,3 milhões do mesmo período de 2025). Os dados foram divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Em março a movimentação também é a maior já registrada, com 2,5 milhões de passageiros (8,8% a mais que no mesmo mês do ano passado).
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